Como será o 2013 do Vasco?

Publicado  segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


Com a proeza de não conseguir ser mais interessante a um jogador em início de carreira do que o Náutico, o Vasco também já conseguiu perder seu goleiro e sua estrela Juninho Pernambucano. A primeira coisa que cada dirigente cruzmaltino deve  saber é que o próximo ano será difícil.

Muito difícil.

Torcida e times se unem em um elo resistente demais para ser quebrado nos piores momentos da instituição. O Vasco precisa saber agora que irá passar por um desses ao invés de varrer a crise para debaixo do tapete.

Se este ano, a necessidade de renovações era condicionada à títulos em 2013 as saídas de tantos jogadores, a falta de credibilidade e de dinheiro indicam um Vasco enfraquecidíssimo com o imprevisível Carlos Alberto como referência e o maestro Felipe em fase final de aposentadoria como o único meia-armador.

Mais uma vez: o que todos os vascaínos precisam é que o presidente e ídolo Roberto Dinamite reconheça o momento difícil. Acertar os atrasados, liberar os insatisfeitos e montar um time ganhando em dia com jovens valores e jogadores baratos a busca de um lugar ao sol. É o único caminho para evitar que a crise piore.

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