Kaká e a geração perdida

Publicado  sábado, 29 de setembro de 2012

Mano Menezes chamou Kaká com a intenção de ajudar a amadurecer uma das seleções mais jovens que o Brasil já teve desde o início da era Luxemburgo, anos atrás. Faz todo sentido nesse contexto. O meia do Real Madrid é exemplo pelo que já conquistou e pelo seu comportamento dentro e fora de campo. Foi melhor do mundo, se cuida na vida pessoal e jamais deixou de chamar a responsabilidade em qualquer jogo.

Mas hoje Kaká não tem futebol para voltar à seleção no banco do time merengue e alternando contusões e boas atuações desde 2010. Sua convocação não vale pelo que pode apresentar atualmente.

Por outro lado, o ex-são paulino talvez seja a última esperança de dar continuidade à sua geração. Ao lado de Adriano (que faltou a mais um treino hoje após se esbaldar na boate) e Ronaldinho (em um declínio perigoso), jamais deu evidências de estar mentalmente cansado de se cuidar para competir em alto nível. O problema sempre foi seu corpo. Com o avanço da medicina esportiva, é torcer para que às vésperas da Copa Kaká esteja apto a entrar em campo.

Por lá sabemos que podemos contar com ele. É torcer para que seu corpo colabore.

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