Em baixa, Ganso não pode ser prioridade

Publicado  quarta-feira, 1 de agosto de 2012


Desde 2009, o estilo cerebral e técnico do jogador encanta o Brasil que previu um craque, que ele já demonstrou que ainda não é.  Apesar disso, Paulo Henrique Ganso segue como uma das referências para a camisa dez não só para o Santos mas para a seleção brasileira. Para não falar do interesse de Flamengo e Internacional em contar com o craque.

O potencial do meia é extraordinário. Ele é capaz de cadenciar o jogo, lançar um atacante de forma precisa (Neymar teve que evoluir muito para deixar de ser apenas flecha sem seu arco no time santista) e até de marcar gols com ótima finalização. Nada disso importa se não consegue entrar em campo, como mais uma vez ocorre com o Brasil, ou se seus dois joelhos tem cada vez menos eficiência.

Em seu pior momento na carreira, Ganso precisa focar em se tratar com os melhores médicos e encontrar o caminho mais viável para voltar ao seu auge. Essa deve ser a sua prioridade. E o meia-armador não pode ser tratado como estrela, nem pelo seu clube ou por sua seleção até que repita suas melhores atuações.

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