Jairo dos Santos achou que poderiam regular jogadores com uma cartilha de boas maneiras. Eu, você e outras pessoas que não trabalham no Flamengo tem o direito de achar isso ridículo, leviano e insuficiente. Os atletas, subordinados aos poderes do clube, não. Infelizmente, segundo este post, não foi o que houve.
Não acaba por aí, o próprio profissional, que saiu do clube após três meses sem sequer receber salários, coloca bem um problema estrutural da gestão Patrícia: "Quando não existe norma não há como fazer as coisas por obrigação. Como
posso pedir para que Ronaldinho compareça aos eventos do clube se não há
uma norma?"
E como pedir para o clube ser organizado se nem mesmo os dirigentes levam a disciplina sério? Esse é o Flamengo de Patrícia Amorim, eleita porque seria diferente dos dirigentes do passado apenas para se demonstrar pior do que quase todos. É nesse Flamengo, melhor time do Brasil em 2009 e quarta força do Rio de Janeiro hoje, em que todos mandam e não há dinheiro ou razão. Uma pena.
Como é bom ter você de volta, Adidas!
Há 8 horas

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