São Paulo acerta em lutar por Oscar

Publicado  sexta-feira, 13 de abril de 2012

O meia dividido entre São Paulo e Internacional já mereceria ocupar o espaço cativo que o superestimado Ganso ainda tem no futebol e na seleção brasileira. Oscar hoje é a aposta mais segura para a vaga de meia de criação no Brasil e em qualquer clube. Será mesmo que o tricolor paulista deveria abrir mão ou facilitar o negócio?

Giuliano Bertolucci, empresário do jogador, começou o imbróglio ao propor  surreal aquisição de 30% dos direitos do jogador na renovação com o clube (você entende melhor a questão aqui). Em entrevista à versão impressa do Estadão na época, o agente explicou o pedido sem lógica como dever de qualquer um que defenda os interesses de jogadores. Esqueceu que qualquer jogador pode viver sem empresários, mas nenhum irá jogar sem clubes.

O São Paulo fala em defender não só seus interesses, mas do futebol brasileiro. Juvenal Juvêncio adora esse tipo de meia-verdade, mas está coberto de razão nesse caso. Oscar foi formado no clube, é um talento raro e o tricolor sai prejudicado ao não vê-lo com sua camisa. Deve mesmo brigar aguerridamente para conseguir a compensação que achar mais justa. E se isso prejudicar a carreira de um jovem talento? Oscar, assim como outros jogadores, deveria ouvir mais pessoas além de seu empresário.

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