Eu, corredor - Parte 2

Publicado  terça-feira, 24 de janeiro de 2012



Recomecei a correr no fim do ano passado. Curiosamente, quando passei alguns dias no Rio de Janeiro e não poderia ir à minha academia aqui em São Paulo. Tomei coragem, usei um tênis com amortecedor de impacto e simbora. Outra curiosidade: percorri o mesmo trajeto que fazia quando comecei. Desde então tem sido um exercício bom para mandar o estresse (e os quilos extras) embora eu tenha essa mania chata de ficar mais frustrado pelo que não tenho - meu antigo condicionamento - do que pelo que tenho - podendo correr de novo. Mas deixaissopralá.

Na semana passada chegou um presente legal para mim da Remix Idéias. Um kit do Powerade com um frequencímetro Polar e o novo Powerade ION4 (você já deve ter visto o comercial dele). Dá uma olhada aí:


Segundo o simpático cartãozinho com meu nome ali, o aparelho é o mais usado pelos atletas. Eu sempre fui adepto de "sem frescura" para esportes. Corria com qualquer tênis, malhava em qualquer academia (ainda prefiro as mais rústicas do que aquelas cheias de parafernálias) então usar um aparelho desses não estava na minha lista para correr (o tênis que amortece o impacto é essencial porque meu problema de coluna começou justamente com o impacto de corrida), mas curti a experiência.

Para começar, quero que você lembre o seguinte: conforme eu  disse, estava correndo em 4 blocos em que intercalava com uma caminhada enquanto recuperava o fôlego. Normalmente eram 4 vezes 4 minutos ou 3, dependendo de como eu acabava. Bom, dessa vez alterei algumas coisas como o trajeto (a populosa Teodoro Sampaio pela quase vazia Avenida Rebouças), o horário (manhã pela tarde) e dessa vez levei um isotônico para correr (não costumo levar nem uma garrada d'água).

Depois do alongamento, iniciei o frequencímetro ainda no elevador. Pulsação em cerca de 90. Pelo que entendi, ele calculou que com meu peso e altura o ideal era que minha pulsação ficasse entre 137 e 150. Comecei o percurso andando bem rápido o que levou os batimentos para 110 - em tempo: não faço idéia o que isso significa, se alguém souber digaê. Depois de dois minutos comecei a correr.

A partir dos 150, o aparelho começou a apitar como se me avisasse de algum exagero. Mas eu me sentia muito bem e só parava para bebericar o  novo Powerade. Meus batimentos chegaram a 170 e consegui fazer todo este trajeto em dez minutos. É isso. Não fiz os 4 blocos, fui me sentindo muito bem - isso quer dizer: nenhuma dor ou mal estar - e deu dez minutos direto um percurso maior do que o que comecei a correr anos atrás de uma forma bem mais intensa.

Não acho que a diferença tenha a ver com o trajeto. Talvez o powerade reponha energia bem mais rápido que a fórmula anterior mesmo... Já costumava usar o antigo quando ia malhar e não vi diferença no gosto. Assim que ver no mercado, pretendo testar na academia e replico aqui. O que acho que teve a influência com certeza foi ter corrido de manhã depois de uma boa noite de sono.

De qualquer jeito, fazer esportes significa pequenas, mas importantes vitórias. Perdi apenas 200 gramas do meu peso original (estou me pesando todos os dias) que devo ter recuperado no almoço e lanche, mas me senti muito bem fazendo algo que sentia muitas saudades. Sensação de dever cumprido. :)

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A Remix Idéias me mandou o produto para avaliação e quis dividir a experiência com vocês. Aproveito para convocar os demais parceiros de bem estar a contarem suas experiências para eu linkar aqui: Gustavo Jreige, Eric Messa, Guilherme Cury, Rachel Juraski, Penélope Nova, o pessoal do Papo de Homem, Danielle Cruz, Fábio Rex, Passarelli, Julia Gil, Leandro Ogalha, Tiago yonamine, Caio Caprioli, Mariana Graciolli, Raphael Pavan, Adriano Brandão, Renata Falzoni, personal trainer e a Marina Gomes.




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