Grandeza não se proclama, se impõe

Publicado  quinta-feira, 30 de dezembro de 2010


Lá no início do ano, a presidente do Flamengo Patrícia Amorim criticou o então vice de futebol Marco Braz ao dizer que ele deveria "falar menos e agir mais". Chegamos ao final do ano e aquele conselho ainda serve para a própria dirigente.


O Flamengo possui mais de 30 milhões de torcedores, um orçamento astronômico e tinha, até pouco tempo, o maior orçamento do Brasil entre clubes de futebol (afinal, Ronaldo "come" boa parte do patrocínio corinthiano). E com tudo isso, esse ano seus dirigentes bradaram muito e mostraram muito pouco resultado.

Falou-se em supertime e até a penúltima rodada a briga era para não cair. A presidente ligou para um jornalista para garantir que Felipão estava vindo e ele veio, para o Palmeiras. E lá pelo início do ano ela disse que a briga pela oficialização de 87 "estava só começando" e ao ver a CBF sem reconhecer meses depois de nada fazer, o que fez? Enviou uma nota oficial assinada por todos os seus vices. Certamente, Ricardo Teixeira nem deve estar dormindo de tanta preocupação.

Na vida você não berra dizendo que é isso ou aquilo. Você deixa claro com atitudes. Na vida você não berra dizendo que é isso ou aquilo. Você deixa claro com atitudes. Cito Fernando Pessoa:

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.

Seria bom se ao invés de enviar notas sobre um problema com a CBF, os dirigentes agissem com algo mais além de receber salário por cargo no clube dos 13. Melhor ainda se ao invés de dizer que o empresário A ou B não é bem vindo, simplesmente parassem de fazer negócios com ele.

Na vida você não berra dizendo que é isso ou aquilo. Você deixa isso claro com atitudes. Seria bom se ao invés de enviar notas sobre um problema com a CBF, os dirigentes agissem com algo mais além de receber salário por cargo no clube dos 13. Melhor ainda se ao invés de dizer que o empresário A ou B não é bem vindo, simplesmente parassem de fazer negócios com ele.

Do jeito que está, só falta mesmo dar uma coletiva aos prantos renunciando à presidência para a piada ficar completa. Menos choro e mais compostura, Patrícia. O Flamengo deve ser grande em cada atitude e em cada dirigente.

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Originalmente publicado no Flamengonet.

Você sabe o que é o Asterisco?

Publicado  quinta-feira, 23 de dezembro de 2010


Asterisco é um termo que vem do latim asteriscum e do grego ἀστερίσκος. É o nome do sinal de pontuação * usado para marcar um rodapé no texto. Mas o Asterisco significa muito mais do que isso.

O Asterisco significa que houve um ano em que todos os clubes de futebol desse país assumiram a sua grandeza, colocaram de lado suas desavenças e trabalharam juntos para fortalecer o esporte ao invés de uma confederação vendida e corrupta. É a lembrança cabal que mesmo com chances de obter um título perdido, dirigentes agiram como cavalheiros e mantiveram sua palavra e acordo até o fim.

É parte da memória do futebol brasileiro. O Asterisco não era um jogador, mas também vestiu a camisa 10 para marcar o último título nacional do maior ídolo do time mais querido do Brasil. Para marcar a despedida do maior jogador de uma geração.

O Asterisco é uma cicatriz de guerra. De luta moral, ética e renhida. É visto como um adereço de grande valor mesmo por torcedores de outros times. O Asterisco é pintura de guerreiro, conquistada no campo de batalha sem nenhuma necessidade de apoiar A ou B em qualquer disputa eleitoral. O Asterisco está lá no título de 87 do Clube de Regatas do Flamengo.

O seu time tem essa taça?

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Originalmente publicado no Flamengonet e readaptado para este espaço.

4-2-3-Humildade!

Publicado  quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Dizia-se que o Bentão que era técnico. Disciplinador, fala bonita e conhecedor de inúmeros esquemas táticos. Gerações de jornalistas falavam maravilhadas do esquema vencedor com três zagueiros no Atlético-RJ e ninguém entendia muito bem ainda aquela formação em que três meias viravam dois atacantes ou dois volantes no XV de Barbacena. Só o Bentão.

Mas um dia calhou do Bentão sofrer aquela derrota imprevisível. Campeonato importante, final entre time grande e time pequeno. O Bentão estava no time grande, claro. E a derrota doeu. Calhou do elenco inteiro estar triste, chateado e nenhum dirigente ter a coragem de dar explicação. "Pô, Bentão... quebra esse galho. Fala lá com a imprensa".

E o Bentão foi. Posso contar um segredo? Ele tinha uma fala bonita, mas não era desses cultos não. Pelo contrário. O Bentão curtia repetir um monte de chavão nas coletivas, mas seu negócio mesmo era falar a lingua de jogador. Por isso, quando um repórter perguntou se faltou humildade ele falou que sim e encerrou a entrevista. Isso sem perguntar que diabos de posição seria aquela.

Ah, mas quer saber de uma coisa? Com o Bentão não tinha tempo ruim. Em todo treinamento dali pra frente ele passou a repetir pra todo ponta, beque e volante a mesma orientação: "vai na humildade! Vai na humildade!" Não é que funcionou? Agora o Bentão estava na final de um Mundial. E não parava falar de humildade. Isso resolve qualquer surpresa ruim, né não?

Dez anos da virada do século!

Publicado  segunda-feira, 20 de dezembro de 2010


3X0 são indiscutíveis e opressivos. Três gols de diferença são o parâmetro básico para o que se convencionou chamar de "goleada". 3X0 é imbatível, insuperável e irredutível. O 3X0 é o argumento definitivo de qualquer discussão de futebol.

Só que o Vasco é o time da virada.

E naquele dia, o Palmeiras aprendeu que se um jogo só acaba quando termina, nenhum placar era definitivo para um time que reunia Romário, Juninho Pernambucano, Juninho Paulista, Wágner e Euller. 4X3 aos 48 minutos. Indiscutível, imbatível, insuperável e irredutível.

Vasco da Gama a tua fama assim se fez.

Felipe é do Flamengo! E aí?

Publicado  domingo, 19 de dezembro de 2010

No rebaixamento do Corinthians em 2007 apenas ele e o jovem Dentinho se salvaram. Com uma enorme pressão ao seu lado, como o único ídolo da Fiel, forçou uma renovação com aumento. Caso raro em um momento tão difícil no clube. Desavenças comentadas, mas nunca confirmadas com o elenco complementam o perfil de Felipe, o novo goleiro do Flamengo. E não para por aí.

O rubro-negro precisava de um goleiro para substituir o inseguro e mediano Marcelo Lomba. Felipe tem boa envergadura, reflexos e agilidade. Se melhorar a saída de bola e corrigir suas saídas em escanteio, pode tranquilamente disputar uma vaga na seleção para 2014. Tecnicamente está no mesmo nível de Bruno. E espera-se que só nisso esteja próximo do ex-goleiro do clube.

O Flamengo tinha um problema e o resolveu. Mas o quanto adianta uma solução que cria outros problemas? Agora, é esperar quanto tempo Felipe levará para ser o atleta que corintianos conhecem muito bem ou confirmar um inesperado amadurecimento. O André Monnerat lembrou bem: insistir no erro é burrice.

15 anos do Botafogo campeão brasileiro!

Publicado  sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Com todo respeito aos torcedores do Santos, mas era o Botafogo que merecia ser campeão em 95. Ainda que a equipe de Camanducaia e Jameli tivesse o talento de Giovanni, não contava com a compactação tática do alvinegro comandado pelo então iniciante Paulo Autuori. O erro de Márcio Resende de Freitas não consolidou nenhuma injustiça, pelo contrário, premiou o melhor time.

Além de mais poder de decisão e de contar com um artilheiro inspirado - Túlio nunca mais teve um ano tão bom quanto aquele - a equipe fazia do seu 4-4-2 decisivo no poder de marcação. Os volantes Leandro e Jamir (outro que nunca mais teve o mesmo desempenho) eram marcadores tradicionais e não subiam, mas tinham excepcional desempenho no desarme. Sérgio Manoel, já negociado naquela final, e Beto apoiavam e ajudavam a cobrir os laterais Wilson Goiano e André Silva. Os alas não eram brilhantes, mas sempre foram eficientes.

Completava a formação duas duplas irretocáveis. O capitão Wilson Gottardo e Gonçalves fariam frente a qualquer zaga da era dos pontos corridos. Na frente, Tulio e o subestimado Donizete resolviam jogos como o clássico contra o Flamengo do ataque dos sonhos em Fortaleza em um incontestável 3X1. A frieza do Maravilha e o vigor do Pantera eram essenciais em um time com forte marcação, mas sem nenhum grande meia criativo.

O título salvou uma geração de alvinegros desacostumados com títulos nacionais. Depois disso, rebaixamento e campanhas medíocres tornaram o Brasileiro de 95 uma memória quase tão vaga quanto um sonho. Já é tempo do Botafogo - e da gestão Maurício Assunção - deixar a estrela solitária no topo novamente.

75 anos do São Paulo!

Publicado  quinta-feira, 16 de dezembro de 2010



75 anos. Hexacampeão brasileiro, tricampeão mundial e da libertadores. O que será o São paulo aos 100 anos?

Dentre os grandes, és o primeiro, né?

No meio do caminho havia um Roth...

Publicado  terça-feira, 14 de dezembro de 2010


... Havia um Roth no meio do caminho. Considerava o técnico do Internacional excessivamente criticado por boa parte dos torcedores em virtude de seus péssimos trabalhos em clubes como o Flamengo. Ainda assim não há como negar o tamanho da culpa que Celso Roth possui no fracasso do colorado no Mundial.

Técnico de estilo durão, Roth chegou a ser conhecido como "genérico de Felipão" em algum momento de sua carreira. Quem dera. Os trabalhos medianos são marcados por resultados parcos e títulos inexpressivos ao contrário de Scolari. Quis o destino que ele ganhasse a chance de de abandonar o Vasco para dirigir o Internacional a alguns jogos de vencer uma Libertadores. Roth conseguiu eliminar o São Paulo e fez questão de fazer um desabafo em direção à torcida naquele momento. Como se ali provasse ser um grande profissional. Faltava muito para isso ainda.

Roth mais uma vez demonstra que a longo prazo seus trabalhos sempre acabam mal. Após ser campeão intercontinental, o Internacional jamais demonstrou apego pela vitória e competitividade no resto do ano. A derrota para o Avaí, semanas antes do Mundial, e outros jogos em que o time esteve muito mal eram um aviso. Nenhum time fica tanto tempo sem gana impunemente. Ao campeão da Libertadores, melhor elenco do País e clube mais organizado fica o sabor amargo da derrota que nasceu de uma escolha pontual que durou tempo demais. Roth deveria ter ficado pelo caminho, mas o que passou foi a chance do bi mundial.

Um "pai" omisso

Publicado  segunda-feira, 13 de dezembro de 2010


A figura dos empresários atendeu a uma demanda antiga da categoria de jogadores de futebol. Em um país como o Brasil, dificilmente jovens que abandonaram os estudos muito cedo conseguiriam negociar contratos e gerenciar salários milionários. Não há dúvidas: os agentes atendem à uma demanda importante da classe. Em muitos casos, se tornam o mais próximo de uma figura partena que esses atletas terão.

É mais ou menos assim que Adriano identifica o ex-goleiro Gilmar Rinaldi. Como se fosse um pai, ainda que não seja aquele que morreu logo após o atacante fazer um gol decisivo na Copa América pela seleção. Mas é a única autoridade que o jogador parece reconhecer.

E é essa mesma autoridade que gerencia a carreira de alguém que só foge dos problemas. As dificuldades de Adriano o tiraram da Inter de Milão por duas vezes e o trouxeram para São Paulo e Flamengo. Gilmar o tirou do rubro-negro para levar o centroavante ao Roma. Era nítido que não era o momento do Imperador retornar para o país de onde havia fugido há menos de um ano.

Agora, Adriano parece querer voltar ao Brasil de novo. Palmeiras, onde talvez Felipão poderá ser um pai melhor, ou Corinthians, onde o amigo Ronaldo pode protegê-lo dos holofotes. Se conseguir, será mais uma fuga. E ainda que a Roma não pareça disposta a liberá-lo, fica a pergunta: o que Gilmar faz nessas horas?

Nossas avós fariam esse gol! - Parte 3

Publicado  sábado, 11 de dezembro de 2010



O blog é democrático. Se descobrirem um gol rubro-negro igualmente perdido, posto aqui também. :)

Na livraria mais próxima de você!

Publicado  sexta-feira, 10 de dezembro de 2010



Você não pode deixar de comprar. Patrícia Amadorim mostra todos os passos para acabar com um clube que tenha a supremacia nacional. Com este guia, você poderá provar para qualquer um que não existe clube que chegue ao topo, que não possa cair até ser rebaixado. Ou quase isso. Confira a opinião de quem já leu:

"Patrícia Amadorim é a melhor dirigente que o nosso clube poderia querer" - Francisco Horcades.

"Sabe quando você lê e pensa 'nossa, parece com algo que escreveria'. Foi isso que imaginei enquanto lia". - Eurico Miranda.

"O livro explica o que promete". - Márcio Braga.

"Espero que ela contribua com o 'Deixa que eu Chuto 2'. História engraçada pra contar eu sei que ela tem". - Renato Maurício Prado.

"Patrícia! Patrícia! Patrícia". - Torcida do Fluminense.

"Me disseram que foi um capítulo inteiro dedicado a mim. Não sei se mereço tanto." - Andrade.

"É legal a gente ter tanto trabalho e tanta dedicação registrado. Fiquei emocionado em ser tantas vezes citado". - Veloso.

A montagem é cortesia do rubro-negro Vinícius Rhein.

A ética do Corinthians

Publicado  segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Daria sim (a mala branca). Por que não? Um incentivo ao Guarani para ganhar, para não sofrer nenhum gol contra o Fluminense. Não vejo nenhum problema em dar incentivo para jogadores vencerem suas partidas. Virão muitas interpretações erradas, mas essa é minha opinião.

Ronaldo Fenômeno: na semana da última rodada em que o Corinthians precisava de uma vitória contra o Goiás e ainda torcer por um tropeço do Fluminense.

Era o time reserva, mas os caras correram para caramba. Até perguntei para um jogador deles o porquê de estarem correndo tanto. Tinha alguma coisa ali. Eles não correriam de graça. O resultado do Fluminense também acabou dando uma baixada na gente. Mas ano que vem tem Libertadores e uma nova experiência

Roberto Carlos: na saída do jogo em que o Corinthians não teve competência para vencer o alviverde goiano e perdeu o título para o time carioca.

Aqui se fala, aqui se paga. Mala branca no bolso dos outros é refresco, né?

Flu é concampeão!

Publicado  domingo, 5 de dezembro de 2010

O Fluminense merece. Nenhum time liderou por tanto tempo, nenhum time investiu tanto e nenhum dos postulantes ao título teve um jogador como Conca. E ninguém jogou como Conca. Pela segunda vez consecutiva um time campeão tem seu grande expoente como um meia-armador clássico.

Aquele que levanta a cabeça, lança, dribla e joga. Curiosamente, mais uma vez não é um jogador brasileiro.

Por esses absurdos que o mundo do futebol vê, Fred deve levantar a taça junto com o argentino. Se tivesse mais autocrítica o centroavante talvez abrisse mão de qualquer foto para deixar o grande craque do tricolor levantar a taça que ele ajudou ao comandar o time tantas vezes campeão. Conca merece.

O Fluminense também é campeão porque teve Muricy, que nunca me convenceu, mas que recusou a seleção para manter sua palavra. Em tempos de mala branca e pedidos de entrega ele honrou sua palavra e permaneceu no clube. O Fluminense é campeão por muitos motivos, entre eles porque merece. Parabéns ao tricolor.

Das malas brancas

Publicado  sábado, 4 de dezembro de 2010

Não somos apenas a geração do "Entrega". Também podemos declarar que vivemos a era do "qual o problema disso?" Afinal, tudo por baixo dos panos ganha contornos de brincadeiras inocentes nesse mundo em que o dinheiro comanda nossa moralidade.

Não há um só jogador em atividade que condene a mala branca. Quase todos negam já ter recebido (exceto os mais inocentes), mas é uma unanimidade entre atletas, inclusive os muito bem pagos, de que não há mal algum em aceitar dinheiro não se sabe muito bem de quem ou de onde. Para esses jogadores, os fins justificam os meios. "Se é pra vencer, tudo bem", dizem craques, líderes, referências... Atletas.

Essas quantias pagam impostos? Foram roubadas de alguém? Estão ligadas a algum crime? Eles não se importam. 'Por que não?', questiona o maior craque de um time postulante ao título.

São esses mesmos ídolos com pés e moral de barro que enchem a boca para reclamar da desorganização do nosso campeonato, de salários atrasados e da falta de respeito com sua categoria. São esses mesmos funcionários de instituições representativas, mas falidas que falam com uma enorme convicção moral ao lamentar a corrupção do Brasil, nossa desorganização e problemas nacionais. Pregam a honestidade alheia como se não fizessem parte de uma enorme cadeia aética. São mais um elo imoral dessa corrente negra que faz muita gente decente ter vergonha do Brasil.

Torcedor, não faça parte disso. Exija respeito com o seu clube e, principalmente, com a sua honestidade. Não aceite malas brancas.

Fernando fica?

Publicado  sexta-feira, 3 de dezembro de 2010


De mais bizarro, na permanência do volante Fernando não é só seu desempenho ruim ao longo de 2010. Ele chegou para substituir Airton, vendido ao Benfica, e falhou miseravelmente. Apesar de alguns gols no Estadual, o cabeça-de-área nunca se firmou no time titular e foi perdendo espaço. Nem mesmo com Vanderlei Luxemburgo ele foi usado.

Com Rogério Lourenço, Fernando perdeu mais uma para o volante Antonio, cria de base do Flamengo. O mesmo Antonio, segundo o BID da CBF, já pode assinar pré-contrato com qualquer clube. Afinal, seu compromisso termina em maio de 2011 assim como o de Lennon, outro jogador formado no clube e que joga na mesma posição que Fernando. Coincidência ou um indício de que ambos podem sair? É preocupante.

Não para por aí. Luxemburgo e Willians não parecem ter se dado bem. O técnico já criticou publicamente um dos maiores roubadores de bola do brasileiro e o volante limitado parece acreditar mais do que deveria em seus elogios. Apostaria em um campeão brasileiro a menos para a próxima temporada.

Como disse, o mais bizarro na permanência de Fernando não é sua atuação ao longo do ano. O pior é a importância que ele pode ter no elenco de 2011. Pior do que tá, pode ficar sim.

Update: entre as razões para a permanência do volante, Luxemburgo garante que "vê potencial" no irmão de Carlos Alberto. Então porque a renovação só ocorreu por um ano? Para que o jogador descubra do que é capaz e peça o dobro dos salários no fim do ano ou saia de graça? Estranho. Muito estranho.

Nossas avós fariam esse gol! - Parte 2

Publicado  quarta-feira, 1 de dezembro de 2010




O Meia Jakub Blaszczykowski, do Borussia Dortmund, aprendeu direitinho com seu colega do Qatar. O lance bizarro aconteceu no dia 21/11, pelo campeonato alemão. O jogo acabou 2X1 para o Borussia. Ufa.